Dom Airton
José dos Santos
- Diocese
- Arquidiocese de Mariana
- Posse
- 25 de abril de 2018
Leia a matéria completa no site da Arquidiocese de Mariana.
Acervo digital, pesquisas históricas e testemunhos que documentam quase três séculos de presença eclesial no coração de Minas Gerais — uma plataforma de preservação da memória religiosa, cultural e institucional da Arquidiocese de Mariana.
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Enviar sugestão de pautaA Arquidiocese de Mariana foi criada em 6 de dezembro de 1745, tornando-se, dentro do contexto brasileiro, a sexta diocese, depois do bispado da Bahia (1551), Rio de Janeiro (1676), Olinda (1676), Maranhão (1677) e Pará (1720). Com a posse canônica de Dom Frei Manoel da Cruz, cisterciense da família de São Bernardo e Primeiro Bispo, na histórica data de 17 de dezembro de 1748, Mariana recebeu seu primeiro Bispo.
Antes da criação de nossa diocese (06/12/1745), a Província das Minas Gerais “in spiritualibus” dava obediência aos Bispos do Rio de Janeiro.
Cerca de quarenta paróquias foram aqui instituídas pelo Ordinário fluminense, no período de 1702 a 1721. Entre estas primeiras, um total de vinte e três ainda pertencem à atual arquidiocese:
A mesma bula papal que criou a diocese de Mariana ("Candor Lucis Aeternae") criou também o bispado de São Paulo. Depois de cento e sessenta anos, foi elevada à categoria de arquidiocese, juntamente com o bispado de Belém do Pará, por um mesmo documento pontifício ("Sempiternam Humani Generis", de São Pio X, 1/5/1906).
O território coberto pela diocese primaz de Minas, aproximadamente um quinto do Estado, a região mineira então habitada (centro e sudeste), hoje está repartido entre seis províncias eclesiásticas e se subdividiu numa radiosa constelação de episcopados. A sua Catedral se tornou a matriz dadivosa de umas duas dezenas de outras Catedrais.
A partir de Mariana, irradiou para todos os horizontes mineiros o facho sagrado do Evangelho –o candor da Luz Eterna– que civilizou, educou e engrandeceu a gente mineira. Em Mariana, se ergueram sólidos os umbrais da Religião Católica para os montanheses.
Assim, ela entende que não pode negar sua história e está comprometida com um passado de equilíbrio e uma tradição de prudência. Ela quer guardar ciosamente um precioso legado que recebeu de seus ancestrais na fé: uma adesão irrestrita a Jesus Cristo e à sua Igreja!
Há em Mariana "um patrimônio de fé" a ser cultivado, trabalhado e colocado a serviço da solidariedade. Nosso chão abriga um povo em que o número de católicos representa a grande maioria da população.
Nossa tarefa será assumir, com novo ardor, a evangelização, procurando que Jesus, o Bom Pastor, seja mais conhecido, amado e seja instaurado entre nós seu Reino de Justiça, Amor e Paz.
Sucessão episcopal da Diocese de Mariana (1745) à Arquidiocese (1906), em ordem cronológica.
Bispos e arcebispos nascidos ou formados na Arquidiocese de Mariana, ordenados ao episcopado desde 1863.
Evangelho é a boa notícia. A notícia é boa, quando comunica vida. Lá onde a notícia traz vida, quando é promessa e acontecimento de vida, lá está o Evangelho. Onde há criação e defesa da vida, seja das pessoas, das comunidades, da natureza, lá se anuncia o Evangelho. Portanto, o critério fundamental para conhecermos o trabalho missionário da Evangelização é a vida: “Eu vim para que todos tenham vida, e vida em abundância” (Jo. 10,10).
A vida é criada, sustentada e manifestada de muitas formas: pelo alimento e pelas necessidades básicas satisfeitas, pela saúde, pela amizade e pela família, pela arte e pelo culto religioso etc. A presença e a Palavra de Deus sempre chegam juntas com algumas dessas formas e expressões de vida.
A evangelização é dever da Igreja. É tornar o Reino de Deus, Reino de vida, presente no mundo. Portanto, onde a vida está ameaçada, ali se torna maior a urgência da evangelização. Isso supõe a compreensão de que a evangelização e a promoção da vida andam juntas.
A redenção trazida por Jesus tem um sentido social, porque Deus, em Cristo, não redime somente a pessoa individual, mas também as relações sociais entre os homens. A partir do Evangelho, reconhecemos que existe uma conexão íntima entre evangelização e promoção humana, que se deve necessariamente exprimir e desenvolver em toda a ação evangelizadora (EG. 178).
Por mais que tentemos definir e queiramos compreender o conceito de evangelização, “nenhuma definição parcial e fragmentada, porém, chegará a dar razão da realidade rica, complexa e dinâmica que é a evangelização, a não ser com o risco de empobrecê-la e até mesmo mutilar” (Paulo VI, EN. 17).
Tem por objetivo coordenar e dinamizar a ação evangelizadora, funcionando como espaço para reuniões de coordenações regionais e arquidiocesanas.
Em breve, o registro fotográfico dos eventos e celebrações realizados pela Arquidiocese de Mariana.
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