Leigo: sinal da Igreja no mundo

21/11/2017 às 14h19

“Tua Igreja é um corpo, cada membro é diferente; e há no Corpo, certamente, coração, ó meu Senhor. Dele nasce a caridade, dom maior, mais importante; nele, enfim, achei radiante minha vocação: o AMOR!”

Quando ouvimos ou cantamos esta música brota em nós um forte sentimento de pertença e responsabilidade com a nossa Igreja. Como é bom e gratificante fazer parte da obra de Jesus. Ele mesmo nos convoca e nos envia! Mas isso só ficou mais claro para os leigos a partir do Concílio Vaticano II. Lá os bispos afirmaram que a Igreja é Povo de Deus. Ou seja, todos são responsáveis pela missão, por cuidar da comunidade, atuar nas pastorais, etc.

O padre não trabalha mais sozinho, não faz tudo como era antigamente. Hoje a Igreja se organiza de modo que os leigos ajudam o padre no trabalho de evangelização e na administração da Paróquia. Esta se organiza em pequenas comunidades que se reúnem para celebrar, para conversar sobre os assuntos de interesse da comunidade. Uma comunidade que não tem conselho tende ao fracasso, não terá força para desenvolver os trabalhos, não irá despertar novas lideranças... Se existe o conselho só no papel e ele não se reúne, as consequências são as mesmas.

Os leigos são sinais da Igreja no mundo. Nos diferentes ambientes onde os cristãos estão, são chamados a levar os valores do Evangelho: na família, no trabalho, na escola, na universidade... Comunicar a bondade de Deus de diferentes modos. Mais do que pregadores, precisamos de testemunhas, “as palavras convencem, mas os exemplos arrastam!”

A Igreja se fortalece cada vez que os leigos se oferecem para participar e ajudar de acordo com suas aptidões. Vamos partilhar a responsabilidade de ser batizados discípulos e missionários de Cristo e ver nossas comunidades crescerem! 


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