Portal da Catequese da Arquidiocese de Mariana Catequese, Arquidiocese, Mariana, Plano Arquidiocesano de Catequese, Catequese para todaas as idades http://www.arqmariana.com.br/catequese/index.php?option=com_content&view=frontpage Fri, 18 May 2012 05:50:18 +0000 Joomla! 1.5 - Open Source Content Management pt-br Natal é tempo de festa http://www.arqmariana.com.br/catequese/index.php?option=com_content&view=article&id=215:natal-e-tempo-de-festa&catid=63:mensagens&Itemid=126 http://www.arqmariana.com.br/catequese/index.php?option=com_content&view=article&id=215:natal-e-tempo-de-festa&catid=63:mensagens&Itemid=126

No dia 25 de dezembro, tudo ganha novo brilho, nova luz e nova cor. É o milagre do Natal. É o milagre da vida.

Natal é tempo de festa... Festa da vida, festa da Encarnação do Verbo, festa das famílias, festa da Igreja.

Celebramos o Natal na Liturgia, na confraternização familiar, no reencontro dos amigos, na prece e na meditação da Palavra de Deus.

Sentimos o Natal na mudança de vida, na conversão do coração, na disposição crescente de fazer o bem , na renovação das forças interiores.

Desejamos a todos os catequistas da Arquidiocese de Mariana e aos catequistas cadastrados em nosso site um santo e abençoado Natal.

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pvrnobre@yahoo.com.br (Paulo Vicente Ribeiro Nobre) frontpage Tue, 13 Dec 2011 11:37:30 +0000
Vamos todos colaborar http://www.arqmariana.com.br/catequese/index.php?option=com_content&view=article&id=210:vamos-todos-colaborar&catid=1:arquidiocese&Itemid=92 http://www.arqmariana.com.br/catequese/index.php?option=com_content&view=article&id=210:vamos-todos-colaborar&catid=1:arquidiocese&Itemid=92

Oficina de Saberes Catequéticos

Querido(a) catequista:

Contamos com a sua colaboração para concluirmos a produção de subsídios catequéticos da Arquidiocese de Mariana.

Se você tem alguma sugestão de conteúdo, atividade, dinâmica, música, oração etc. para os temas relacionados abaixo, mande-nos por email e ficaremos agradecidos:

Para catequese com crianças:

  1. Mandamentos
  2. Igreja
  3. Sacramentos
  4. Pecado
  5. Reconciliação
  6. Eucaristia
  7. Partes da Missa

Atividades e dinâmicas para os seguintes temas:

  1. Espiritualidade
  2. Liturgia
  3. Bíblia
  4. Amizade e relacionamento interpessoal
  5. Sexualidade
  6. Drogas
  7. Direitos Humanos e Cidadania
  8. Educação ambiental
  9. Vocação e missão

Roteiro para as seguintes celebrações:

  1. Encontros com as famílias
  2. Renovação das promessas batismais
  3. Celebração penitencial
  4. Tríduo preparatório para a 1ª Comunhão Eucarística

Email: catequesemariana@gmail.com

Muito obrigado. Com a ajuda de todos, em breve teremos o material completo para a catequese com crianças.

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pvrnobre@yahoo.com.br (Paulo Vicente Ribeiro Nobre) frontpage Fri, 28 Oct 2011 01:01:04 +0000
Catequese de adultos e iniciação cristã http://www.arqmariana.com.br/catequese/index.php?option=com_content&view=article&id=209:catequese-de-adultos-e-iniciacao-crista&catid=1:arquidiocese&Itemid=92 http://www.arqmariana.com.br/catequese/index.php?option=com_content&view=article&id=209:catequese-de-adultos-e-iniciacao-crista&catid=1:arquidiocese&Itemid=92

Estão disponíveis no Portal da Catequese da Arquidiocese de Mariana os subsídios para a catequese e iniciação cristã de adultos. O material está sendo preparado pela equipe arquidiocesana de catequese, com a colaboração valiosa de Ir. Nilda Sampaio, salesiana residente em Cachoeira do Campo, além de leigos e catequistas que contribuem enviando roteiros e sugestões.

A orientação da coordenação arquidiocesana é de que a catequese de adultos acompanhe o itinerário catecumenal em suas diversas etapas e tempos: précatecumenato, acolhida, catecumenato, eleição, purificação, sacramentos de iniciação e mistagogia. O material está disponível em sua versão provisória. Os textos que ainda não foram publicados estarão, em breve, disponíveis no site. Após alguns meses de aplicação, pretende-se fazer uma avaliação dos subsídios para sua publicação em forma de cadernos ou folhetos. Lembramos que para fazer download do material é preciso estar cadastrado no site.

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pvrnobre@yahoo.com.br (Paulo Vicente Ribeiro Nobre) frontpage Thu, 27 Oct 2011 14:43:38 +0000
Minha Catequista http://www.arqmariana.com.br/catequese/index.php?option=com_content&view=article&id=191:minha-catequista&catid=62:artigos&Itemid=125 http://www.arqmariana.com.br/catequese/index.php?option=com_content&view=article&id=191:minha-catequista&catid=62:artigos&Itemid=125 Intelectual traz o ateísmo como pré-requisito. Confiar em Deus é sinônimo de ingenuidade, de burrice, de falta de conhecimento histórico.

Parece que estamos sendo enganados, no fundo do poço e nos agarramos no desespero da reza. Entre os amigos incrédulos, é previsível que pintará Darwin na discussão para mostrar que a Bíblia não aconteceu. Concordo que a Bíblia não aconteceu, é uma parábola, ela está acontecendo sempre. Agora, por exemplo.

Eu acredito em Deus, posso perder os leitores antes do sermão. ACREDITO. Porque tive uma catequista, Ester, que acreditou em mim.

Só acredita em Deus quem um dia foi acreditado.

Ester não me obrigou a colocar agulha no coração de Jesus, a purgar confissões de joelhos, não dobrou a culpa pelos meus pecados, não retorquiu minhas distrações, não censurou minha liberdade de ação, não me pediu para não morder a hóstia, nem me coibiu a não pensar bobagens. Ela me aceitou inteiramente, como sou e não sou. Ela me convenceu com uma única virtude (e tinha várias): o senso de humor.

Nunca conheci alguém com tamanha gentileza. Ela falava baixinho e sorria para explicar passagens dos evangelhos. Eu me aproximava para ouvi-la melhor. Ouvir mais o riso do que a voz. Seus olhos se apequenavam, chineses, cordiais, antecipando a gola branca da primeira comunhão.

Não era inquisidora. Não abria inquéritos dos defeitos. Havia uma leveza que não existe no moralista.

Eis o grande problema do moralista: ele não ri. Repare. É azedo, carrancudo, quer nos passar a limpo, não se duvida em nenhum momento, age como um exterminador dos erros, um desfragmentador de disco. Quem não ri não inspira confiança, sugere uma vida mesquinha e ingrata, com as escolhas decididas pelo medo.

E Ester é feliz. Feliz com os filhos e netos. Feliz com as suas amizades. Feliz à toa como um grão de mostarda tingindo o bico de um pássaro. E não disputava para ser mais certa do que uma criança de sete anos. Não me inferiorizava com sua sabedoria e suas metáforas, ela me incluía em sua fé.

Preservo a inocência auditiva daquela época, não duvido do invisível da infância.

No momento em que uma criança diz enxergar fantasmas, duendes, gnomos e amigos imaginários, os pais têm o hábito de duvidar da veracidade, caçar ajuda médica, recorrer à assistência escolar, não dormir jurando que é um problema de personalidade. Além de alegar que essas coisas não existem, questionam o valor da própria imaginação.

O ceticismo adulto desestimula que o pequeno supere as aparências, que enriqueça o cotidiano com mistérios e poesia. Bloqueia a fantasia logo no esplendor de sua espontaneidade, como a provar que somente importa o que é real e o que pode ser comprado.

Evidente que o filho não vai acreditar em Deus, o grave é que não vai acreditar em si.

Fabricio Carpinejar

Publicado na coluna "Primeiras Intenções"
Revista Crescer, São Paulo, P. 60, Número 193, Dezembro de 2009

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pvrnobre@yahoo.com.br (Fabricio Carpinejar) frontpage Sat, 15 Oct 2011 14:47:25 +0000
Plano Arquidiocesano de Catequese será avaliado pelas paróquias http://www.arqmariana.com.br/catequese/index.php?option=com_content&view=article&id=187:plano-arquidiocesano-de-catequese-sera-avaliado-pelas-paroquias&catid=1:arquidiocese&Itemid=92 http://www.arqmariana.com.br/catequese/index.php?option=com_content&view=article&id=187:plano-arquidiocesano-de-catequese-sera-avaliado-pelas-paroquias&catid=1:arquidiocese&Itemid=92 O Plano Arquidiocesano de Catequese será avaliado por meio de questionário enviado a todas as paróquias da Arquidiocese de Mariana. Pede-se a colaboração dos párocos e coordenadores paroquiais de catequese para que o questionário seja enviado aos centros regionais de pastoral até o dia 15 de outubro de 2011.

Esta avaliação servirá de referência na preparação da assembléia arquidiocesana de catequese, que se realizará no primeiro semestre de 2012. Desta forma, é de muita importância que todas as paróquias participem do processo de avaliação, apresentando críticas e sugestões.

Um ofício foi enviado às paróquias para motivar a avaliação (clique aqui para baixar o ofício).

Também está disponível o questionário avaliativo (clique aqui para baixar o questionário).

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pvrnobre@yahoo.com.br (Paulo Vicente Ribeiro Nobre) frontpage Wed, 14 Sep 2011 02:34:43 +0000
A caminhada no deserto e a proximidade amorosa de Deus http://www.arqmariana.com.br/catequese/index.php?option=com_content&view=article&id=186:a-caminhada-no-deserto-e-a-proximidade-amorosa-de-deus&catid=62:artigos&Itemid=125 http://www.arqmariana.com.br/catequese/index.php?option=com_content&view=article&id=186:a-caminhada-no-deserto-e-a-proximidade-amorosa-de-deus&catid=62:artigos&Itemid=125

A propósito do Mês da Bíblia

A Igreja no Brasil celebra a edição de número quarenta do Mês da Bíblia. Trata-se de uma feliz iniciativa pastoral da época pós-conciliar, iniciada na arquidiocese de Belo Horizonte e logo assumida pela CNBB como oportunidade para fomentar entre os cristãos católicos o conhecimento teórico e vivencial da Palavra de Deus escrita na Bíblia Sagrada.

A cada ano propõe-se um livro ou alguma seção de um livro bíblico como destaque para o aprofundamento, geralmente em consonância com eventos marcantes da caminhada eclesial. O exemplo de São Jerônimo, cuja memória litúrgica celebra-se no dia 30 de setembro, motivou a escolha desse mês como tempo especial para destacar a centralidade da Sagrada Escritura na vida da Igreja. O referido santo, em seu contexto, teve o encargo de apresentar a versão dos livros sagrados na língua popular, em edição que ficou conhecida como Vulgata.

A experiência de São Jerônimo nos interpela no sentido de perceber a urgência de colocar a mensagem divina transmitida pela Bíblia ao alcance das pessoas do nosso tempo. Trata-se de algo particularmente necessário em nossos dias, quando a Igreja no Brasil busca assumir o apelo da Conferência de Aparecida que sublinhou a conveniência da animação bíblica de toda atividade pastoral.

Para 2011, a proposta do Mês da Bíblia é a valorização do livro do Êxodo, na seção conhecida como “a caminhada no deserto” (Ex 15,22-18,27). São capítulos particularmente ricos na vivência de fé do povo de Israel em suas origens e que hoje podem inspirar efetivamente nosso compromisso cristão pessoal e comunitário. O tema escolhido é: “Travessia: passo a passo, o caminho se faz”. O lema proposto – “Aproximai-vos do Senhor” (Ex 16,9) – lembra a necessidade de descobrir a presença e ação de Deus em todas as situações-limite da existência.

No curto espaço deste artigo é impossível apresentar toda a riqueza dos seis episódios que compõem esses capítulos, o que deverá ser feito nos roteiros de reflexão, nos encontros de catequese, cursos bíblicos e iniciativas afins. Limito-me a oferecer alguns elementos que ajudam a situar-nos diante do texto e destaco ensinamentos sugestivos que podem iluminar nossa prática pastoral.

O deserto como cenário

Na Bíblia, o deserto é escola de vida, espaço de aprendizagem, para onde Deus conduziu seu povo a fim de conhecer o que Israel tinha no coração e educá-lo como o pai educa seu filho (cf. Dt 8,1-6). O simbolismo do deserto tem uma dupla dimensão. De um lado, trata-se do lugar da tentação, da murmuração, onde o ser humano descobre todas as suas carências e o peso das forças negativas que o ameaçam: sede, fome, animais peçonhentos, adversários, monotonia da viagem etc. Por outro lado, é o lugar da intimidade e do amor de Deus, que se interessa pelo bem de seu povo. É o lugar do cuidado e das expressões de carinho e afeto, que levam Israel a sentir a presença querida do Senhor em sua história, como poeticamente expressa o profeta Oséias (cf. Os 2,16). No deserto, Deus mesmo restaura as forças do seu povo, mostra-se zeloso e compassivo, cura-lhe as feridas e providencia todo o necessário para que supere os impasses da caminhada. A água que mata a sede, as codornizes e o maná que renovam as forças físicas, a vitória sobre os amalecitas são alguns dos muitos sinais do amor generoso de Deus, transformando a aridez do deserto em oásis de vida, em lugar de bênção e caminho de libertação.

A crise como oportunidade

Normalmente habituamo-nos a considerar as crises como algo pesado, desgastante, insuportável, que muito a contragosto somos obrigados a encarar. No entanto, os capítulos 15 a 18 do livro do Êxodo convidam-nos a perceber o outro lado dessa realidade: a crise tem seu aspecto positivo e pode ser assumida como oportunidade de crescimento, de amadurecimento, de humanização. Numa visão de fé, importa aprender a lidar com as situações-limite da vida e perceber nelas uma ocasião propícia para fortalecer nossas convicções e aprofundar o valor da própria existência. Nas duras provações do deserto, o povo de Deus foi descobrindo que a solução para os grandes problemas não está na murmuração constante, nem nas contestações estéreis, nem na busca de possíveis culpados, mas numa leitura de fé dos acontecimentos e na atenção aos sinais de Deus nas situações dramáticas do cotidiano. Dessa maneira as adversidades tornam-se um trampolim para a construção de pessoas e comunidades maduras, capazes de transpor barreiras e superar obstáculos. As crises tornam-se oportunidade quando assumidas à luz do lema: “aproximai-vos do Senhor!”. É este o fio de ouro que unifica a experiência de Israel no deserto e que pode ensinar-nos a ter uma visão mais correta dos revezes da vida e dos desafios que nos assaltam nessa mudança de época, nessa encruzilhada da história em que estamos inseridos.

A liberdade como aprendizagem

Entre seus importantes ensinamentos, o livro do Êxodo revela-nos que a conquista da liberdade não é algo mágico nem espontâneo, adquirido de uma vez para sempre. Pelo contrário, é algo exigente e desafiante. Não basta sair das garras do Egito opressor para tornar-se um povo livre. Nem é a simples travessia do Mar dos Juncos (popularmente conhecido como Mar Vermelho) que garante a liberdade definitiva e estável para os israelitas. Vale parafrasear, aqui, o lema proposto: “Liberdade: passo a passo o caminho se faz!” Como ponderou um sábio judeu, o Senhor precisou apenas de uma noite para tirar o povo do Egito, mas precisou de quarenta anos para tirar o Egito do coração do povo. O pior da opressão é acostumar-se a ela, é perder o gosto da liberdade, é deixar de sonhar com essa meta, é querer reproduzir os modelos e mecanismos dos dominadores. O povo de Israel no deserto foi educado para perceber que a liberdade é dom de Deus, mas é também conquista, busca diária, construção permanente. É significativo que os capítulos 15 a 18 do Êxodo situem-se após a travessia do mar e antes da revelação da Lei no Sinai e a celebração da aliança com o Deus libertador. Isso indica que para ser livre Israel precisa, de um lado, romper com a mentalidade opressora do Egito e, por outro lado, deve abrir-se para acolher a Lei de Deus não como peso ou imposição, mas como orientação segura e garantia efetiva da verdadeira liberdade. A crise do deserto foi uma espécie de pré-requisito para a aprendizagem da liberdade. Funcionou como um laboratório em que Israel foi provado para conseguir reelaborar as duras marcas de seu passado de escravidão. Assim pôde tomar distância crítica do modelo de sociedade até então conhecido e abrir-se para um futuro promissor na parceria a ser construída com o Deus da aliança, que lhe proporá os mandamentos como balizas para a busca da liberdade e como esteio para sustentar o edifício da própria libertação.

Atualidade da “cartilha da caminhada”

Considero sugestiva a proposta de alguém que apresentou os textos da crise no deserto, descrita em Ex 15 a 18, como “a cartilha da caminhada”, pois, de fato, esses capítulos são de extrema utilidade e atualidade para iluminar-nos no momento atual de nossa Igreja, em que se percebem situações de desânimo, cansaço, sobrecarga das lideranças, dentre tantos outros desafios. Como os israelitas de outrora, nós também nos encontramos numa situação de travessia, em que os caminhos não estão prontos e, por vezes, custa-nos vislumbrar alguma vereda.

No entanto, caminhando é que se faz o caminho! Se Deus abriu caminhos no deserto para alimentar em seu povo o ideal da liberdade e consolidar nele o compromisso com a libertação, o aprofundamento dos textos propostos para o Mês da Bíblia leva-nos a não perder a mística da caminhada, a acertar o passo na busca de alternativas válidas. Por mais difícil que seja descobrir o rumo certo e manter o ritmo do serviço evangelizador e missionário, a consciência renovada de que Deus é parceiro de caminhada e presença amorosa na travessia do deserto pode restaurar nossas forças e infundir-nos renovado entusiasmo. Alguns exemplos tomados dos episódios bíblicos da crise do deserto podem ilustrar essa proposta.

Exemplos que iluminam

Diante das águas amargas (cf. Ex 15,22-27), Israel aprendeu que, em vez de murmurar, chorar a decepção e alimentar a frustração, o que importa é descobrir meios para resolver o problema. Pequenos sinais podem ajudar a superar grandes dificuldades. O ramo de uma planta tornou potável a água de qualidade ruim. A solução do problema estava bem perto do povo e ninguém atinava para isso. Certamente, também hoje não adianta apenas esperar soluções milagrosas. Deus mostra a Moisés que a superação da crise passa pela descoberta e valorização daquilo que é mais simples e, por vezes, desprezível. Aprendendo a lidar com as águas amargas, o povo chegou ao oásis fecundo das “doze fontes e setenta palmeiras”, imagem poética da possibilidade de uma vida mais realizada e feliz.

Na travessia do deserto, a fome era tão cruel que matava a esperança no coração do povo, destruía seu sonho de liberdade, minava sua coragem de prosseguir rumo ao novo, fazia nascer o desejo de voltar para o Egito. O episódio do maná e das codornizes, descrito em Ex 16, ensina que Deus é parceiro confiável na luta contra o flagelo da fome, mas que a solução desse grave problema humanitário passa pela superação da lógica da ganância e do acúmulo. Investir na partilha e na justa distribuição do alimento disponível é a contrapartida exigida do povo, que deve se educar para vencer as armadilhas de um modelo econômico baseado na concentração dos recursos e no apego ao supérfluo.

Ao fazer a água brotar da rocha (cf. Ex 17,1-7), o Senhor evidencia que Israel não tem motivos para duvidar de sua presença e ação providenciais, por maiores que sejam os imprevistos e percalços da viagem. A confiança em Deus é sempre o ponto de partida para enfrentar de modo positivo os revezes da caminhada e abre a possibilidade para que Ele mostre seu cuidado permanente com o povo e seu compromisso com a qualidade de vida das pessoas.

Diante do risco de ser eliminado ou escravizado pelos amalecitas, Israel descobre a necessidade da interação entre a colaboração humana e a graça divina. Moisés sobe ao monte para buscar, na prece de intercessão, a proteção e o auxílio de Deus, contando com o apoio de Aarão e Hur, representantes da comunidade que sustenta seu líder espiritual. Enquanto isso, Josué lidera o povo e organiza a estratégia de defesa para desmantelar as forças dos adversários (cf. Ex 17,8-16).

O reencontro de Moisés com seu sogro, Jetro, e com sua esposa e filhos, narrado em Ex 18,1-12, aponta para a necessidade de acreditar na família como espaço de convivência, partilha e solidariedade, como mediação para superar diferenças entre culturas e religiões (não se deve esquecer que Jetro é madianita e não hebreu!). A solidez e coesão das famílias pode garantir o futuro do povo, que assim se fortalece para assumir o projeto comum da busca da liberdade e do compromisso com a libertação na conquista da terra prometida.

O último episódio da “cartilha da caminhada” (cf. Ex 18,13-37) mostra a importância de uma mudança no exercício da autoridade para responder, de modo mais adequado, às necessidades do povo. Até então, Moisés liderava os israelitas usando o sistema de poder centralizado próprio do império egípcio, que não permitia a participação popular. Jetro o convence do valor da descentralização do poder, envolvendo as lideranças carismáticas num modelo mais criativo de administração tribal, de modo a superar o risco da passividade e a investir na partilha das funções e responsabilidades.

Tudo isso e muito mais a “cartilha da caminhada” tem a nos propor para que transformemos a travessia do deserto, nessa mudança de época, em tempo de graça e em caminho de experiência da proximidade amorosa do Deus libertador em nossa vida pessoal e comunitária.

Pe. Celso Murilo Sousa Reis
Vigário Geral da Arquidiocese de Mariana

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pvrnobre@yahoo.com.br (Pe. Celso Murilo) frontpage Wed, 07 Sep 2011 14:33:22 +0000
Semana de Formação de Catequistas http://www.arqmariana.com.br/catequese/index.php?option=com_content&view=article&id=180:serfoc&catid=1:arquidiocese&Itemid=92 http://www.arqmariana.com.br/catequese/index.php?option=com_content&view=article&id=180:serfoc&catid=1:arquidiocese&Itemid=92 A Semana de Formação para Catequistas, promovida pela Dimensão Catequética da Arquidiocese de Mariana será realizada entre os dias 18 e 22 de julho, no Seminário de Filosofia, em Mariana. Este ano, segundo o coordenador arquidiocesano da Dimensão, padre Paulo Vicente Ribeiro Nobre, a temática central versa sobre a iniciação na vida cristã, o Batismo.

Uma vasta programação esta sendo desenvolvida durante a semana. Este encontro é dividido em 4 módulos. Este ano o 4º módulo apresenta: A unidade dos sacramentos de Iniciação Cristã com o Diac. Euder e Diac. Claudinei. Confira um pouco do vai acontecer durante a semana: Na parte da tarde de segunda feira as catequistas ouviram de Pe. José Antonio o tema: Descentralização Pastoral.

Continuando a semana teremos: O belo, o lúdico e o místico na catequese, o filme Moscati, e uma noite de confraternização com uma bonita festa julina preparada por todas a catequistas da Arquidiocese de Mariana. O encontro termina na Sexta feira com a Manhã de oração e espiritualidade.

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tostesferreira@yahoo.com.br (Fatima Tostes Ferreira) frontpage Fri, 22 Jul 2011 11:22:34 +0000
Catequistas da Região Sul em formação http://www.arqmariana.com.br/catequese/index.php?option=com_content&view=article&id=172:catequistas-da-regiao-sul-em-formacao&catid=1:arquidiocese&Itemid=92 http://www.arqmariana.com.br/catequese/index.php?option=com_content&view=article&id=172:catequistas-da-regiao-sul-em-formacao&catid=1:arquidiocese&Itemid=92 tostesferreira@yahoo.com.br (Fatima Tostes Ferreira) frontpage Mon, 14 Mar 2011 11:49:06 +0000 Catequistas se reúne para formação http://www.arqmariana.com.br/catequese/index.php?option=com_content&view=article&id=171:catequistas-se-reune-para-formacao&catid=50:regiao-sul&Itemid=92 http://www.arqmariana.com.br/catequese/index.php?option=com_content&view=article&id=171:catequistas-se-reune-para-formacao&catid=50:regiao-sul&Itemid=92 Catequistas da Região sul, estarão reunidas em formação, dai 12 de amrço de 2011. O encontro acontecérá no Centro de Pastoral. As catequistas terá neste dia de formação o assessor Pe. Geovane Luiz da Silva, Coordenador da Catequese da Região Norte, estudará o tema "Iniciação Cristã". Que Deus abençoe e derrame suas bençãos sobre as catequistas reunidas.

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tostesferreira@yahoo.com.br (Fatima Tostes) frontpage Fri, 11 Mar 2011 22:30:04 +0000
Formação de Catequistas em Ouro Preto http://www.arqmariana.com.br/catequese/index.php?option=com_content&view=article&id=161:formacao-de-catequistas-em-ouro-preto&catid=49:regiao-norte&Itemid=92 http://www.arqmariana.com.br/catequese/index.php?option=com_content&view=article&id=161:formacao-de-catequistas-em-ouro-preto&catid=49:regiao-norte&Itemid=92 Nos dias 16, 17 e 18 de março, catequistas das quatro Paróquias de Ouro Preto (Cristo Rei, N.S. da Conceição, N.S. do Pilar e Santa Efigênia), estarão reunidos em formação, com os temas:

I) Ser Catequista, ênfase na pessoa do Coordenador (a),

II) Metodologia Catequética e

III) Reflexão doe Estudos da CNBB 86: Crescer na Leitura da Bíblia.

Local: CESFO Horário: 19 às 21 h.

Contamos com as orações de todos!

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cs.cristino23@gmail.com (Cláudia Cristino) frontpage Mon, 28 Feb 2011 14:54:58 +0000