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Mariana, luz que se elevou: memória, fé e missão nos 120 de Arquidiocese
Arquidiocese

Mariana, luz que se elevou: memória, fé e missão nos 120 de Arquidiocese

Leia a matéria completa no site da Arquidiocese de Mariana.

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    Pastores da Igreja · Em comunhão

    A Arquidiocese de Mariana, em comunhão com o Papa de Roma

    Arcebispo Metropolitano
    Dom Airton José dos Santos

    Dom Airton
    José dos Santos

    6º Arcebispo Metropolitano · desde 25 de abril de 2018
    Diocese
    Arquidiocese de Mariana
    Posse
    25 de abril de 2018
    Ver perfil completo
    ✠
    Papa de Roma
    Papa Leão XIV

    Papa
    Leão XIV

    Servus Servorum Dei · desde 8 de maio de 2025
    Nome civil
    Robert F. Prevost
    Eleição
    8 de maio de 2025
    Vatican.va
    280
    Anos da Arquidiocese de Mariana · 1745 — 2025
    ✠
    Projeto Acadêmico · Faculdade Dom Luciano

    Projeto Memória 280 Anos
    da Arquidiocese de Mariana

    Acervo digital, pesquisas históricas e testemunhos que documentam quase três séculos de presença eclesial no coração de Minas Gerais — uma plataforma de preservação da memória religiosa, cultural e institucional da Arquidiocese de Mariana.

    Acervo DigitalDocumentos, fotografias e registros históricos
    Pesquisas AcadêmicasEstudos da Faculdade Dom Luciano
    Testemunhos VivosMemória oral e história eclesial
    Acessar o Projeto Memória
    Redes oficiais

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    Sua história · nossa pauta

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    O Clero da Arquidiocese de Mariana é composto por Arcebispos, Padres, Diáconos Permanentes e Transitórios. Além dos padres diocesanos, o clero conta também com padres de Congregações Religiosas.

    O padre diocesano está incardinado numa Igreja particular (Arquidiocese) que, por sua vez, tem uma área territorial bem específica e definida. Ele está sob os cuidados e orientação direta do Arcebispo diocesano. Tem como missão primordial o trabalho paroquial e a comunhão com o clero local. A sua pertença à Arquidiocese se dá pela ordenação diaconal fazendo os votos de obediência e castidade.

    O religioso é aquele que pertence a um Instituto que, além de religioso (frei, dom, monge), torna-se também padre. Esses, antes do sacerdócio, assumem a vocação à vida religiosa consagrada e fazem os votos evangélicos de pobreza, obediência e castidade. Sua obediência está diretamente ligada ao superior da Ordem religiosa à que pertence. Os religiosos assumem os trabalhos em fraternidade.

    Ser sacerdote é estar em profunda comunhão com Deus, a serviço do povo e disposto à realização dos sacramentos que lhe são confiados.

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    Dom Airton José dos Santos
    Arcebispo Metropolitano · Arquidiocese de Mariana
    Dom Airton José dos Santos
    6º Arcebispo de Mariana · desde 25 de abril de 2018

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    Padres da Arquidiocese de Mariana já falecidos, em memória perpétua.

    Chegada do Primeiro Bispo

    A Arquidiocese de Mariana foi criada em 6 de dezembro de 1745, tornando-se, dentro do contexto brasileiro, a sexta diocese, depois do bispado da Bahia (1551), Rio de Janeiro (1676), Olinda (1676), Maranhão (1677) e Pará (1720). Com a posse canônica de Dom Frei Manoel da Cruz, cisterciense da família de São Bernardo e Primeiro Bispo, na histórica data de 17 de dezembro de 1748, Mariana recebeu seu primeiro Bispo.

    Antes da criação de nossa diocese (06/12/1745), a Província das Minas Gerais “in spiritualibus” dava obediência aos Bispos do Rio de Janeiro.

    Rua Direita de Mariana

    Primeiras Paróquias Instituídas

    Cerca de quarenta paróquias foram aqui instituídas pelo Ordinário fluminense, no período de 1702 a 1721. Entre estas primeiras, um total de vinte e três ainda pertencem à atual arquidiocese:

    • Carmo (Mariana)
    • São Sebastião (Bandeirantes)
    • São Caetano (Monsenhor Horta)
    • Sumidouro (Padre Viegas)
    • Furquim
    • Pilar de Ouro Preto
    • Catas Altas (do Mato Dentro)
    • Cachoeira do Campo
    • Guarapiranga (Piranga)
    • Ouro Branco
    • Antônio Dias de Ouro Preto
    • Santa Bárbara
    • São Bartolomeu
    • Inficionado (Santa Rita Durão)
    • Camargos
    • Antônio Pereira
    • Casa Branca (Glaura)
    • Congonhas
    • Itabira do Campo (Itabirito)
    • Itaverava
    • Itatiaya
    • Borda do Campolide (Barbacena)
    • Carijós (Conselheiro Lafaiete)

    Elevação a Arquidiocese e Expansão

    A mesma bula papal que criou a diocese de Mariana ("Candor Lucis Aeternae") criou também o bispado de São Paulo. Depois de cento e sessenta anos, foi elevada à categoria de arquidiocese, juntamente com o bispado de Belém do Pará, por um mesmo documento pontifício ("Sempiternam Humani Generis", de São Pio X, 1/5/1906).

    O território coberto pela diocese primaz de Minas, aproximadamente um quinto do Estado, a região mineira então habitada (centro e sudeste), hoje está repartido entre seis províncias eclesiásticas e se subdividiu numa radiosa constelação de episcopados. A sua Catedral se tornou a matriz dadivosa de umas duas dezenas de outras Catedrais.

    A partir de Mariana, irradiou para todos os horizontes mineiros o facho sagrado do Evangelho –o candor da Luz Eterna– que civilizou, educou e engrandeceu a gente mineira. Em Mariana, se ergueram sólidos os umbrais da Religião Católica para os montanheses.

    Missão e Legado

    Assim, ela entende que não pode negar sua história e está comprometida com um passado de equilíbrio e uma tradição de prudência. Ela quer guardar ciosamente um precioso legado que recebeu de seus ancestrais na fé: uma adesão irrestrita a Jesus Cristo e à sua Igreja!

    Há em Mariana "um patrimônio de fé" a ser cultivado, trabalhado e colocado a serviço da solidariedade. Nosso chão abriga um povo em que o número de católicos representa a grande maioria da população.

    Nossa tarefa será assumir, com novo ardor, a evangelização, procurando que Jesus, o Bom Pastor, seja mais conhecido, amado e seja instaurado entre nós seu Reino de Justiça, Amor e Paz.

    Bispos e Arcebispos Falecidos

    Sucessão episcopal da Diocese de Mariana (1745) à Arquidiocese (1906), em ordem cronológica.

    Diocese · Bispos (1745 – 1906)
    1º
    Dom Frei Manuel da Cruz, O. Cist.
    1745 – 1764
    2º
    Dom Joaquim Borges de FigueiroaDesignado Arcebispo de Salvador
    1771 – 1772
    3º
    Dom Bartolomeu Manuel Mendes dos ReisRenunciou
    1772 – 1777
    4º
    Dom Frei Domingos da Encarnação Pontevel, O.P.
    1778 – 1793
    5º
    Dom Frei Cipriano de São José, OFM
    1797 – 1817
    6º
    Dom Frei José da Santíssima Trindade, OFM
    1819 – 1835
    ·
    Padre Carlos Pereira Freire de MouraEleito em 1840 — faleceu antes da ordenação episcopal
    7º
    Dom Antônio Ferreira Viçoso, C.M.Causa de beatificação em Roma
    1844 – 1875
    8º
    Dom Antônio Maria Correia de Sá e Benevides
    1877 – 1896
    —
    Dom Silvério Gomes Pimenta Auxiliar
    1890 – 1896
    9º
    Dom Silvério Gomes Pimenta
    1896 – 1922
    ✠
    Elevação a Arquidiocese Bula Sempiternam Humani Generis · São Pio X · 1º de maio de 1906
    Arquidiocese · Arcebispos (1906 – 2018)
    1º
    Dom Silvério Gomes Pimenta
    1906 – 1922
    2º
    Dom Helvécio Gomes de Oliveira, SDB
    1922 – 1960
    —
    Dom Daniel Tavares Baeta Neves Auxiliar
    1947 – 1958
    3º
    Dom Oscar de OliveiraRenunciou por limite de idade
    1960 – 1988
    —
    Dom Modesto Augusto Vieira Auxiliar
    1914 – 1916
    —
    Dom Antônio Augusto de Assis Auxiliar
    1918 – 1931
    4º
    Dom Luciano Pedro Mendes de Almeida, S.J.
    1988 – 2006
    5º
    Dom Geraldo Lyrio Rocha
    2007 – 2018

    Bispos Filhos de Mariana

    Bispos e arcebispos nascidos ou formados na Arquidiocese de Mariana, ordenados ao episcopado desde 1863.

    Dom João Antônio dos Santos1863
    Dom Pedro Maria de Lacerda1868
    Dom Silvério Gomes Pimenta1890
    Dom Joaquim Silvério de Souza1902
    Dom Antônio Augusto de Assis1907
    Dom Prudêncio Gomes da Silva1907
    Dom Modesto Augusto Vieira1911
    Dom José Maria Pereira Lara1924
    Dom Aristides de Araújo Porto1931
    Dom Carlos Carmelo de Vasconcelos Motta Cardeal1932
    Dom Rodolfo das Mercês de Oliveira Pena1935
    Dom Daniel Tavares Baeta Neves1947
    Dom José Alves Trindade1948
    Dom Oscar de Oliveira1954
    Dom José D'Ângelo Neto1960
    Dom José Nicomedes Grossi1962
    Dom José Francisco Versiani Veloso1965
    Dom José Gonçalves Heleno1976
    Dom Geraldo Majela Reis1978
    Dom Hélio Gonçalves Heleno1979
    Dom Mário Clemente Nery1980
    Dom José Belvino do Nascimento1981
    Dom Francisco Barroso Filho1984
    Dom Odilon Guimarães Moreira1999
    Dom Tarcísio Nascentes dos Santos2009
    Dom José Eudes Campos do Nascimento2012
    Dom Geovane Luís da Silva2016
    Dom Walter Jorge Pinto2019
    Dom Valter Magno de Carvalho2021
    Dom Lauro Sérgio Versiani Barbosa2022
    Dom Geraldo de Souza Rodrigues2024
    Dom Danival Milagres Coelho2024
    Dom Edmar José da Silva2024
    Ver por seção
    Organização Pastoral e Administrativa

    A Arquidiocese de Mariana se destaca pela sua organização pastoral e administrativa, com estruturas bem articuladas, que favorecem a ação evangelizadora.

    • A descentralização das ações foi fundamental para o avanço da evangelização: cinco Regiões Pastorais, cada uma tendo a coordenação de um Vigário Episcopal e quinze Foranias coordenadas pelos Vigários Forâneos.
    • Assembleias Pastorais em todos os níveis, que possibilitam a comunhão e a participação de todos, sem distinção.
    • Conselhos Pastorais e Econômicos em todas as instâncias,
    • Opção pela pastoral do Dízimo, suprimindo-se as espórtulas,
    • Investimento nas Pastorais Sociais, que têm por objetivo cuidar da vida e da dignidade do ser humano, em todas as instâncias: Pastoral Carcerária, Pastoral da Sobriedade, Pastoral da Criança, do Menor, da Pessoa Idosa, da Saúde, dentre outras.
    • Projetos: Projeto Arquidiocesano de Evangelização, Projeto Missionário, Plano de Liturgia, Plano de Catequese, elaborados a partir das comunidades, com a participação dos fiéis leigos e leigas.
    • Organizações de cuidado com a pessoa e toda a obra criada: Movimento dos Atingidos por Barragem, Comissão do Meio Ambiente, Fórum Social pela Vida, Grito dos Excluídos, Romaria do Trabalhador, Romaria da Terra e das Águas.
    • Fortalecimento das Comunidades que cada vez mais vão se organizando e descobrindo a sua missão de Igreja-na-base.
    A História da Cúria Metropolitana de Mariana

    Desde sua criação em 1745, até os desmembramentos de territórios feitos a partir do século XIX, foi da Cúria Metropolitana de Mariana que foram lançadas decisões e olhares para as Minas Gerais da fé.

    Por muitos anos, no passado, a Cúria funcionou juntamente com a residência episcopal, portanto onde o prelado morava administrava-se a Diocese. Em 1748, com a chegada do primeiro Bispo — Dom Frei Manuel Ferreira Freire da Cruz — o casarão "Conde de Assumar" era o único prédio na vila capaz de abrigar o Bispo e o governo diocesano.

    Na época o local pertencia ao Conde de Assumar, governador e Capitão-mor da Capitania de São Paulo e Minas Gerais. Dom Frei residiu na residência por alguns anos, até que o proprietário decidiu cobrar um valor muito alto pelo aluguel, forçando-o a transferir-se para o Palácio da Olaria, em 1753. O palácio foi doado para a Diocese por um abastado lavrador e mineiro chamado José de Torres Quintanilha.

    Além de Dom Frei Manuel, residiram e administraram nesta localidade, à época chamado de Paço Episcopal, Dom Frei Domingos da Encarnação Pontével, Dom Frei Cipriano de São José, Dom Frei José da Santíssima Trindade, Dom Antônio Vicente Ferreira Viçoso, Dom Antônio Maria Correia de Sá e Benevides, Dom Silvério Gomes Pimenta e Dom Helvécio Gomes de Oliveira.

    Devido à situação precária, o palácio deixou de ser residência arquiepiscopal em 1926, quando Dom Helvécio mudou-se para o então recém-construído Palácio Getsêmani, um anexo atrás da Igreja de São Pedro dos Clérigos, em Mariana.

    Com a mudança, foi desprendida a residência da Cúria, que passou a funcionar na chamada "Casa Capitular", na rua Frei Durão, no centro da cidade. O prédio começou a ser construído por Dom Frei Manuel da Cruz, em 1753.

    A Cúria funcionou neste endereço até 1962, quando deu lugar para o Museu Arquidiocesano de Arte Sacra, inaugurado em setembro do referido ano. Na edição n.º 153 do jornal "O Arquidiocesano", um entrevistado questiona onde seria o novo local da sede administrativa da Arquidiocese.

    "Provisoriamente será colocada a parte de expediente na ex-Casa residencial do Cônego Braga […]. S. Excia, [Dom Oscar de Oliveira] pretende, em breve, construir outro prédio, para abrigar o importante e precioso arquivo, bem como atender as outras atividades da Cúria e Departamentos Diocesanos."

    — Jornal O Arquidiocesano

    A casa mencionada encontra-se na praça Doutor Gomes Freire, e desempenha atualmente a função de anexo ao Museu Arquidiocesano de Arte Sacra. A Cúria e o Arquivo Eclesiástico há muito tempo sofriam com a falta de um lugar adequado para o funcionamento. É descrito no 3º volume do livro "Archidiocese de Mariana — subsídios para sua história", de autoria do Cônego Raymundo Trindade, que o velho Palácio dos Bispos era afastado do centro, "pobre de luz e farto de humidade".

    Dom Oscar, ciente da situação, construiu um prédio projetado para ser o lar do órgão administrativo e pastoral da Arquidiocese de Mariana.

    Às 13h do dia 6 de janeiro de 1966 era inaugurada com todas as pompas e festividades a nova Cúria Metropolitana, localizada na rua Direita. O espaço foi cuidadosamente pensado com salas adequadas "para o arquivo, para o tribunal eclesiástico, para reunião do Clero, salas para o Arcebispo, o Vigário Geral, o Chanceler, salas para o departamento de catecismo, etc…", pontua O Arquidiocesano de 9 de janeiro de 1966.

    Por 57 anos esta Arquidiocese foi governada da rua que está no coração de Mariana. Dom Oscar, Dom Luciano Pedro Mendes de Almeida, Dom Geraldo Lyrio Rocha e Dom Airton José dos Santos trabalharam nesse prédio.

    Em 2023, após 95 anos, a Arquidiocese de Mariana voltou a ser administrada do Palácio da Olaria. Ele foi residência de oito Bispos e dois Arcebispos, entre os anos de 1753 a 1928. Nele, passaram muitas decisões e célebres personagens históricos, como o Imperador do Brasil, Dom Pedro II; e o 13° presidente da República, Washington Luís Pereira de Sousa.

    Cúria Metropolitana
    Vigário Geral e Vigário Geral para o Clero
    Mons. Enzo dos Santos
    Vigário Geral para a Gestão e Administração
    Mons. Nedson Pereira de Assis
    Chanceler
    Pe. Fabiano Alves de Assis
    Ecônomo Arquidiocesano
    Pe. José Geraldo Coura
    Coordenador Arquidiocesano de Pastoral
    Pe. José Geraldo de Oliveira
    Diretor do Arquivo Eclesiástico
    Pe. Leandro Ferreira Neves
    Endereço e Contato
    Endereço
    Rua Cônego Amando, nº 161, Bairro São José — Caixa Postal 13, CEP: 35426-060 – Mariana-MG
    Telefone
    (31) 3557-1237 | (31) 3557-1017
    E-mail
    a definir
    Expediente
    Segunda a sexta-feira, de 8h às 12h e de 13h às 17h
    • Norte
    • Sul
    • Leste
    • Oeste
    • Centro
    Regiões
    Região Pastoral Norte

    A Região Pastoral Mariana Norte é composta de seis municípios (Barão de Cocais, Catas Altas, Itabirito, Mariana, Ouro Preto e Santa Bárbara) e dividida em três Foranias. Possui 23 paróquias e o Curato Nossa Senhora das Graças, envolvendo as comunidades de Santa Bárbara e Barão de Cocais.

    É a primeira área em solo mineiro onde se implantou a fé. Passados os séculos, diante das muitas desigualdades e exclusões sociais, das agressões à vida e do trânsito religioso, o desafio pastoral atual é viver esta fé com novo ardor em prol do Reino de Deus, da vida e da dignidade de seu povo.

    Investida nesta missão, através de suas assembleias e organização pastoral, a Região Norte tem procurado articular de modo cada vez melhor a sua ação evangelizadora, priorizando atualmente a dimensão missionária.

    Vigário Episcopal
    Pe. Adilson Luiz Umbelino Couto
    Secretária
    Eliete Maria Luiz Oliveira
    Endereço
    Rua Dom Silvério, nº 51 – Centro, Caixa Postal 96 · 35.420-102 Mariana MG
    Telefone
    (31) 3557-3167  |  WhatsApp: (31) 99894-9384
    E-mail
    a definir
    Conselho Regional

    Conselhos: CRP · CAER · CPP's · CCP's · CAEP's

    Dimensões: Catequese · Dimensão Comunitária · Liturgia · Missões

    Paróquias

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    Região Pastoral Sul

    A Região Mariana Sul se compõe de 19 municípios divididos em quatro foranias, que reúnem 32 paróquias e uma quase paróquia.

    Região predominantemente agrícola e pecuária, com crescimento urbano mas pouca indústria, enfrentando desafios como: desemprego, êxodo rural, falta de perspectivas para os jovens e violências familiares.

    Através de suas assembleias, a região articula conselhos pastorais, equipes de serviço e animação, missões populares e defesa dos direitos humanos.

    Vigário Episcopal
    Pe. Adelson Laurindo Sampaio Clemente
    Secretária
    Ana Paula Mendes dos Santos
    Endereço
    Rua Padre Manoel Rodrigues, 237 – Bairro do Carmo · 36200-654 Barbacena MG
    Telefone
    (32) 3331-1151  |  (32) 98806-3479
    E-mail
    a definir
    Conselho Regional

    Conselhos: CRP · CAER · CPPs · CAEPs · CCPs

    Dimensões: Catequese · Liturgia · Animação Missionária · Sócio-política

    Paróquias

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    Região Pastoral Leste

    A Região Pastoral Leste compreende 33 municípios, 41 paróquias e 1 quase-paróquia, organizada em três Foranias.

    Desafios: desemprego generalizado, declínio da indústria sucroalcooleira, ausência da Igreja em universidades, tráfico de drogas e 19 projetos de usinas hidrelétricas em curso.

    Vigário Episcopal
    Pe. Luiz da Paixão Rodrigues
    Secretária
    Aline Aparecida Silva Pereira
    Endereço
    Av. Dr. José Mariano, 596 – Palmeiras · 35430-228 Ponte Nova MG
    Telefone
    (31) 3817-4365  |  WhatsApp: (31) 8860-4365
    E-mail
    a definir
    Foranias
    Ponte Nova
    14 cidades · 16 paróquias · 1 quase-paróquia · Santuários: N.Sra. das Graças (Urucânia) e N.Sra. da Saúde (Dom Silvério) · Reitoria de Santana do Deserto (Rio Doce)
    Abre Campo
    10 cidades · 11 paróquias · Santuário de São Sebastião (Raul Soares)
    Viçosa
    11 cidades · 14 paróquias · Santuário de Santa Rita de Cássia (Viçosa)
    Conselho Regional

    Conselhos: CRP · CAER · CPPs · CCPs · CAEPs

    Dimensões: Liturgia · Catequese · Animação Missionária · Sociopolítica

    Paróquias

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    Região Pastoral Oeste

    A Região Mariana Oeste é uma das cinco regiões da Arquidiocese de Mariana. É constituída por três Foranias: Forania Conselheiro Lafaiete, Forania Congonhas e Forania Cristiano Otoni.

    Abrange 28 paróquias em 12 municípios, cobrindo 2.868 km² com aproximadamente 270.241 habitantes.

    Vigário Episcopal
    Pe. Rogério de Oliveira Pereira
    Secretária
    Tânia Magna Forte Rodrigues
    Foranias
    Conselheiro Lafaiete (incl. Santuário São Judas Tadeu e Basílica Sagrado Coração) · Congonhas (incl. Basílica Bom Jesus Matosinhos) · Cristiano Otoni
    Endereço
    Praça Barão de Queluz, 27 Apto E – Centro · 36400-041 Conselheiro Lafaiete MG
    Telefone
    (31) 3763-1098  |  WhatsApp: (31) 98779-1375
    E-mail
    a definir
    Dimensões

    Sócio-Política · Litúrgica · Catequética · Missionária

    Paróquias

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    Colégios Arquidiocesanos
    Colégio Arquidiocesano — Ouro BrancoColégio N.Sra. de Nazaré — Conselheiro LafaieteColégio N.Sra. da Piedade — Congonhas
    Casas de Encontro
    Casa de Encontro Senhor Bom Jesus — CongonhasCasa de Encontro Cardeal Cardijn — Conselheiro Lafaiete
    Comunidades Religiosas
    Missionários dos OperáriosPequena Obra Divina Providência (Orionitas)Irmãs Auxiliadoras N.Sra. PiedadePequenas Irmãs Divina ProvidênciaFilhas da Caridade São Vicente PauloIrmãs Beneficência Popular
    Serviços e Mídia
    Rádio CongonhasRádio Queluz FMComunidade Terapêutica Bom Pastor — Ouro Branco
    Região Pastoral Centro

    A Região Centro abrange nove municípios organizados em duas Foranias.

    Região predominantemente rural, com agricultura e pecuária como principais meios de subsistência. A expansão do eucalipto altera os padrões econômicos tradicionais. Os recursos naturais incluem água, pedra-sabão e matas nativas. As comunidades enfrentam desafios como condições precárias de trabalho e serviços públicos insuficientes.

    Vigário Episcopal
    Pe. Vanderli Reis Augusto
    Secretária
    Heloiza Maria Câmara Milagres
    Forania de Piranga
    Catas Altas da Noruega · Piranga · Porto Firme · Presidente Bernardes
    Forania de Senhora de Oliveira
    Brás Pires · Lamim · Rio Espera · Senador Firmino · Senhora de Oliveira
    Endereço
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    Conselho Regional

    Conselhos: CRP · CPPs · CCPs · CAEPs

    Dimensões: Catequética · Litúrgica · Animação Missionária · CEBs · Sociotransformadora

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    • Arquivo Eclesiástico da Arquidiocese de Mariana
    • Departamento Arquidiocesano de Comunicação (DACOM)
    2 Colégio dos Consultores
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    • Conselho Arquidiocesano para Fundos Econômicos
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    3 Centro Arquidiocesano de Pastoral
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    • Conselho Arquidiocesano de Pastoral
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    • Dimensão Bíblico-Catequética (DBC)
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    • Dimensão Litúrgica
    • Dimensão Missionária
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    • Roteiros de Reflexão
    • Grupos de Reflexão na Arquidiocese de Mariana
    • Serviço de Animação Vocacional (SAV)
    • Pastoral Vocacional
    • Pastoral Familiar
    • Escola de Fé e Política Dom Luciano Mendes de Almeida
    Comunicação
    • Pastoral de Comunicação (PASCOM)
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    • Pastoral da Comunicação
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    • Pastoral Familiar
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    • Pastoral Vocacional
    Movimentos Religiosos
    • Apostolado da Oração
    • Comissão de Moradia Popular
    • Comunidades Eclesiais de Base (CEBs)
    • Conselho do Laicato (CNLB)
    • Emaús
    • Encontro de Adolescentes com Cristo (EAC)
    • Encontro de Casais com Cristo (ECC)
    • Encontro de Jovens com Cristo (EJC)
    • Grupos de Reflexão
    • Mães que Oram pelos Filhos
    • Movimento de Cursilhos de Cristandade
    • Renovação Carismática Católica
    • Representante dos Religiosos do Brasil (CRB)
    • Serviço de Animação Vocacional (SAV)
    • Shalom
    • Terço dos Homens

    Breve histórico do Seminário de Mariana

    O Seminário de Mariana foi fundado aos 20 de dezembro de 1750 pelo primeiro Bispo, Dom Frei Manuel da Cruz. Posteriormente, desmembrou-se em dois institutos: Seminário Menor Nossa Senhora da Boa Morte e Seminário Maior São José.

    Teve seu período áureo a partir do episcopado de Dom Antônio Ferreira Viçoso, que confiou a direção do Seminário de Mariana aos seus confrades da Congregação da Missão. Estes se dedicaram ao referido trabalho durante 113 anos, de 1853 a 1966.

    Desde 1967, com a saída dos Padres Lazaristas, o funcionamento do Seminário de Mariana, por iniciativa de Dom Oscar de Oliveira e com seu apoio, foi garantido pelo clero secular. Ele tem atendido aos vocacionados da Arquidiocese e também de outras dioceses que não possuem instituições análogas.

    A partir de 1991, acatando a sugestão da Primeira Assembleia dos Presbíteros da Arquidiocese, o Arcebispo Dom Luciano Pedro Mendes de Almeida decidiu criar uma casa de formação distinta para os seminaristas do Curso de Filosofia, visando facilitar o acompanhamento personalizado dos vocacionados e dar uma identidade maior aos estudos filosóficos.

    Seminário São José de Mariana

    Etapas Formativas

    1. GOV – Grupo de Orientação Vocacional

      Acompanha os vocacionados no período do ensino médio, tanto os da comunidade interna (Seminário Nossa Senhora da Assunção), como os do grupo externo (encontros mensais).

    2. Ano Propedêutico

      Obrigatório para todos após os estudos de ensino médio. Destina-se a uma intensa experiência de vida comunitária, à suplência dos estudos, ao aprimoramento integral, a um maior discernimento vocacional e a um conhecimento da realidade sócio-econômico-religiosa da Arquidiocese de Mariana, a partir das suas cinco regiões pastorais.

    3. Filosofia

      Duração de três anos.

    4. Teologia

      Duração de quatro anos.

    A terceira e a quarta etapas funcionam, ambas, em comunidades distintas em Mariana.

    Seminário São José

    Coordenação Geral Reitor e Ecônomo: Pe. Sérgio José da Silva

    Instituto de Teologia

    Endereço
    Rua Cônego Amando, 57 · Bairro São José · CEP 35426-060 · Mariana-MG · Caixa Postal 11
    Telefone
    (31) 3557-1140 · (31) 9 8966-1849
    E-mail
    a definir

    Formadores

    • Mons. Celso Murilo Sousa Reis
    • Mons. Roberto Natali Starlino
    • Pe. Wagner José Nascimento Balbino
    • Pe. Sérgio José da Silva

    Instituto de Filosofia

    Endereço
    Av. Geraldo Gonçalves da Cunha, 21 · Bairro São José · CEP 35426-109 · Mariana-MG · Caixa Postal 11
    Telefone
    (31) 3557-1241
    E-mail
    a definir

    Formadores

    • Pe. Anderson Eduardo de Paiva (Diretor)
    • Pe. Edvaldo Antônio de Melo
    • Pe. José Geraldo Coura

    Propedêutico

    Endereço
    Rua Antônio Pacheco, 31 · Bairro São Pedro · CEP 35420-196 · Mariana-MG · Caixa Postal 11
    Telefone
    (31) 3557-2048
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    Formadores

    • Pe. Gilsimar Tavares Vieira (Diretor)
    • Pe. Lucas Muniz Alberto

    Comunidade Vocacional (GOV)

    Endereço
    Rua Antônio Pacheco, 31 · Bairro São Pedro · CEP 35420-196 · Mariana-MG · Caixa Postal 11
    Telefone
    (31) 9 98720-1411
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    a definir

    Formador

    • Pe. Lucas Muniz Alberto

    Conselho de Formadores

    • Mons. Celso Murilo Sousa Reis
    • Mons. Roberto Natali Starlino
    • Pe. Anderson Eduardo de Paiva
    • Pe. Edvaldo Antônio de Melo
    • Pe. Geraldo Dias Buziani
    • Pe. Gilsimar Tavares Vieira
    • Pe. José Geraldo Coura
    • Pe. Lucas Muniz Alberto
    • Pe. Wagner José Nascimento Balbino
    • Pe. Sérgio José da Silva
    Biblioteca do Seminário São José Acervo histórico, teológico e filosófico
    Acessar Biblioteca →

    Tribunal Eclesiástico

    Composição e atendimento
    Vigário Judicial
    Mons. Roberto Natali Starlino
    Vigário Judicial Adjunto
    Pe. Anderson Eduardo de Paiva
    Juízes
    Diác. Antônio Rodrigues do Prado · Pe. Daniel Marcos Lima · Côn. Jadir Trindade Lemos · Pe. Ronaldo Gomes Chaves
    Defensores do Vínculo
    Dom Francisco Barroso Filho · Pe. Valter Monteiro da Paixão
    Promotor de Justiça
    Côn. Tarcísio Sebastião Moreira
    Advogados Canônicos
    Pe. Geraldo Luzia do Carmo · Pe. José Geraldo Coura
    Notários
    Atuária
    Irmã Maria de Lourdes Soares Duarte
    Atendimento
    Endereço
    Rua Direita, 102 · Mariana-MG · CEP 35420-060
    Telefone
    (31) 3557-3922
    E-mail
    temarianese@arqmariana.com.br
    Horário
    Segunda a sexta · 8h–11h e 13h–17h
    Causa dos Santos
    Dom Antônio Ferreira Viçoso
    Venerável
    Dom Viçoso
    Bispo de Mariana · 1844 – 1875
    Biografia

    Dom Antonio José Ferreira Viçoso (1787-1875), português, natural de Peniche/Leiria, foi ordenado sacerdote em 1818 e chegou ao Brasil com dom João VI no ano seguinte. Inicialmente abriu o Colégio do Caraça e dedicou-se ao serviço da Palavra de Deus, pregando missões nos povoados mineiros. Esteve 15 anos em Jacuecanga, entorno de Angra dos Reis, na educação da juventude. Regressando a Minas em 1837, foi eleito Superior Geral dos Lazaristas e, em 1844, separado para o episcopado. Ordenado Bispo no Mosteiro de São Bento, Rio de Janeiro, "governou, com inexcedível zelo pastoral, o bispado de Mariana por 29 anos: foi então pai extremoso dos pobres e órfãos, protetor dos escravos, abnegado missionário, reformador do clero, defensor dos direitos da Igreja, exemplar devoto da Virgem Maria."

    Processo de Canonização
    1916Dom Silvério Gomes Pimenta, afilhado e primeiro biógrafo de Dom Viçoso, abriu o Processo de Canonização, instituindo um Tribunal Eclesiástico no ano de 1916, o qual chegou a celebrar na Arquidiocese 15 sessões referentes.
    1960Com a morte de Dom Silvério, o Processo foi reaberto no início do governo de dom Oscar de Oliveira (1960-1988).
    1985Obtido da Santa Sé o regulamentar Nihil Obstat (Nada consta) (01-03-1985).
    1986Aprovação do Estudo histórico Super Vita, Virtutibus in genere et fama Sanctitatis do Servo de Deus pela Sagrada Congregação pro Sanctis (10-10-1986).
    2000Suscitou admiração geral a extraordinária recuperação de saúde do padre Célio Maria Dell'Amore, CM, então Reitor do Santuário do Caraça, acometido ali em setembro do ano 2000 de grave enfermidade (hemorragia subaracnoidea), socorrido em Santa Bárbara e depois em Belo Horizonte (CTI do Hospital Madre Teresa). Ele alcançou uma melhora definitiva e quase imediata, depois do toque em sua cabeça do solidéu de dom Viçoso, que lhe trouxeram do Caraça.
    2002Aprovação da pesquisa das virtudes praticadas pelo Servo de Deus em grau superlativo (Positio super Virtutibus) pela Congregação pro Sanctis (23-04-2002).
    2007Dom Geraldo Lyrio Rocha, logo após a sua posse (2007), instituiu o Tribunal Eclesiástico, nomeando Delegado Episcopal o Monsenhor Flávio Carneiro Rodrigues; Promotor de Justiça, os padres Roberto Natali Starlino; Notário Atuário, Geovane Luis da Silva; Notário Adjunto e Tradutor, Edmar José da Silva; Tradutora Adjunta a irmã Lucila Mendonça; Cursor o sr. Jair Duarte Ferreira; e Médicos Peritos, os Doutores Sebastião da Silva Gusmão, Audary Ferreira Cruz e Silvio de Sousa Andrade. A primeira sessão ocorreu no recinto da Catedral Basílica de Mariana no dia 13 de dezembro de 2007. Depois desta, mais 13 sessões aconteceram na Cúria Metropolitana, sendo então ouvidos e, meticulosamente tomados, os testemunhos prestados por oito depoentes, que acompanharam de perto a enfermidade do sacerdote, e pelos três médicos peritos, que então o assistiram.
    2014No dia 8 de julho, em audiência ao então Prefeito da Congregação das Causas dos Santos, Cardeal Dom Ângelo Amato, o Papa Francisco autorizou a publicação do decreto reconhecendo as virtudes heroicas do Servo de Deus Dom Antônio Ferreira Viçoso. A partir de então, Dom Viçoso recebe o título de Venerável. Para a beatificação falta, ainda, uma última exigência: a aprovação do milagre que está sendo analisado pelos peritos da Congregação das Causas dos Santos.
    Oração para pedir a Deus a beatificação de Dom Viçoso e alcançar graças por sua intercessão

    Senhor Jesus Cristo, glória dos vossos sacerdotes, Bom Pastor que destes a vida pelas vossas ovelhas, nós vos agradecemos pelas virtudes e dons com que vos dignastes adornar a alma do grande bispo, Dom Antônio Ferreira Viçoso, para fazer dele um modelo luminoso de defensor da Igreja, reformador do clero e santificador do povo cristão.

    Vós que prometestes glorificar aqueles que vos servirem, dignai-vos glorificar, com a honra dos altares, se for para maior glória da Santíssima Trindade e honra do vosso sacerdócio, este vosso servo, e concedei-nos, para esse fim, por sua intercessão junto de vós, a graça que confiantemente vos pedimos.

    Pai Nosso, Ave Maria, Glória ao Pai.

    No dia 13 de cada mês uma missa é celebrada na Cartuxa, às 8h30, pela beatificação de Dom Viçoso.
    Beata Isabel Cristina
    Beata
    Isabel Cristina
    Virgem e Mártir · Beatificada em 10 de dezembro de 2022
    Processo

    No dia primeiro de setembro de 2009 foi encerrado no Santuário de Nossa Senhora da Piedade, em Barbacena, o processo de beatificação da Serva de Deus Isabel Cristina Mrad Campos, na sua fase arquidiocesana. Estiveram presentes Dom Geraldo Lyrio Rocha, Arcebispo de Mariana, Dom Gil Moreira, Arcebispo de Juiz de Fora, o Tribunal encarregado do processo, o padre Geraldo Cifani, vice-postulador e grande propagador da causa, mais de trinta padres, vários diáconos e seminaristas.

    Quem foi Isabel Cristina?

    Isabel Cristina Mrad Campos nasceu aos 29 de julho de 1962, em Barbacena. É filha de José Mendes Campos e Helena Mrad Campos. Em 1982, foi para Juiz de Fora, frequentar um curso pré-vestibular. Queria fazer medicina. Era uma moça como tantas outras. Estudava, namorava, participava de festas. Mas tinha uma vida de oração e sonhava ser pediatra para ajudar crianças carentes. Era sensível, sobretudo com os mais pobres, idosos e crianças, o que certamente aprendeu na família, que era vicentina. Na época, seu pai era presidente do Conselho Central de Barbacena.

    No dia 1º de setembro do mesmo ano, um homem foi montar um guarda-roupa no pequeno apartamento para onde mudara com seu irmão, Paulo Roberto, e tentou violentá-la. Encontrando resistência, deu-lhe uma cadeirada na cabeça, amarrou, amordaçou, rasgou suas roupas. Como Cris não cedeu e continuasse resistindo, desferiu-lhe 15 facadas, matando-a sem piedade. Foi um crime cruel, com grande repercussão, e que abalou muito a família e todos os que souberam do caso.

    Por causa da maneira como morreu e, sobretudo, pela forma como viveu, algumas pessoas tiveram a iniciativa de entrar com o pedido de um processo para sua beatificação. A solicitação foi aceita por Roma e, no dia 26 de janeiro de 2001, em Barbacena, foi instalado o processo, quando Isabel Cristina recebeu do Vaticano o título de Serva de Deus.

    Para conduzir a causa, Dom Luciano constituiu um Tribunal Eclesiástico e o compôs com os seguintes membros: padre Roberto Natali, Juiz Delegado; Mons. Vicente Diláscio, Promotor de Justiça, substituído, com sua morte, por seu irmão cônego Paulo Diláscio; diácono Antônio Rodrigues do Prado, Notário Atuário. Durante oito anos, fizeram um trabalho exaustivo. Colheram depoimentos de quase sessenta pessoas, coletaram documentos, apreciaram testemunhos, organizaram vasto material, formalizaram o processo. Depois veio a digitação, a tradução para o italiano, as cópias exigidas.

    Nos últimos dias, já com a presença do Postulador, padre Paolo Lombardo, e do oficial técnico, Agostini Battistelli, que vieram de Roma, foi feita a exumação, a preparação e catalogação dos restos mortais. Pelo fato da Cris ter sido batizada e ter feito a primeira Comunhão na Matriz da Piedade, pela ligação afetiva de seus pais com a paróquia e, sobretudo, para facilitar a visitação, decidiu-se que esses restos deveriam ficar no Santuário da Piedade.

    Na tarde do dia primeiro, após a celebração eucarística, aconteceu a sessão de conclusão desta fase do processo. O caixão de madeira com os restos mortais foi lacrado pelo Arcebispo Dom Geraldo, na presença do Postulador, e depois colocado num sarcófago de granito na Capela dos Passos, onde todos poderão rezar, meditar e fazer memória da Serva de Deus. Também a caixa com toda a documentação foi lacrada e entregue ao sr. Agostini, portador delegado, que irá conduzi-la até a Congregação para os Santos, em Roma.

    Martírio e beatificação

    Em 27 de outubro de 2020, o Papa Francisco autorizou que o prefeito da Congregação das Causas dos Santos, Dom Marcello Semeraro, promulgasse decreto reconhecendo o martírio de Isabel Cristina.

    O anúncio da data de beatificação, que era aguardada com grande expectativa em toda Arquidiocese de Mariana, foi confirmada na quarta-feira, 22 de junho de 2022, pelo postulador da Causa de Beatificação da Venerável, doutor Paolo Vilotta, em carta ao arcebispo metropolitano, Dom Airton José dos Santos.

    A cerimônia de beatificação de Isabel Cristina Mrad Campos, a primeira Beata da Arquidiocese de Mariana, aconteceu no dia 10 de dezembro de 2022, em Barbacena (MG). A celebração solene realizada no Parque de Exposição, presidida pelo Cardeal Dom Raymundo Damasceno Assis.

    Durante a celebração, foi anunciado que a celebração litúrgica da Beata Isabel Cristina será no dia 1º de setembro, data em que ela sofreu o martírio e nasceu para o céu.

    Oração pela Canonização da Beata Isabel Cristina

    Deus seja louvado na pessoa da Bem-aventurada Isabel Cristina, virgem e mártir, pelo modo como viveu toda sua vida, segundo os conselhos evangélicos, e pelo modo como enfrentou a morte, vítima da violência por ódio à fé, defendendo a sua dignidade e o valor da castidade. E se for para a maior glória do vosso nome, concedei-me a graça de que necessito (faça-se o pedido) pela intercessão da Beata Isabel Cristina e vista da sua canonização.

    PNSJC. Amém. Pai-Nosso; três Ave-marias e o Glória.

    (Com aprovação eclesiástica de Monsenhor Danival Milagres Coelho e Dom Airton José dos Santos)

    Colaborou: Pe. José Antônio de Oliveira
    Dom Luciano
    Servo de Deus
    Dom Luciano
    Arcebispo de Mariana · 1988 – 2006

    Uma missa na Catedral Metropolitana de Mariana no dia 27 de agosto de 2014 marcou o início do processo de beatificação e canonização de Dom Luciano Pedro Mendes de Almeida. A celebração foi presidida pelo Arcebispo de Mariana, Dom Geraldo Lyrio Rocha.

    O começo da fase arquidiocesana do processo foi autorizado pela Congregação para a Causa dos Santos no dia 13 de maio de 2014. "Por parte da Santa Sé, não há nada que impeça, para que se inicie a Causa de Beatificação e Canonização de Dom Luciano Pedro Mendes de Almeida", informou a Congregação.

    O bispo

    Dom Luciano Pedro Mendes de Almeida foi arcebispo de Mariana de 1988 a 2006, quando faleceu aos 75 anos. O arcebispo, da Companhia de Jesus, foi secretário-geral (de 1979 a 1986) e presidente (de 1987 a 1994) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), por dois mandatos consecutivos.

    Em nota publicada em 2006 sobre Dom Luciano, a Presidência da CNBB destacou, entre as marcas que deixou na instituição, o dinamismo, a inteligência privilegiada, a dedicação incansável e o testemunho de amor à Igreja.

    De origem fluminense, Dom Luciano nasceu em 5 de outubro de 1930. Doutor em Filosofia, foi membro do Conselho Permanente da CNBB de 1987 até o ano de sua morte. Também atuou na Pontifícia Comissão Justiça e Paz, foi vice-presidente do Conselho Episcopal Latino-americano (Celam) e presidente da Comissão Episcopal do Mutirão para a Superação da Miséria e da Fome.

    Durante quase duas décadas à frente da Arquidiocese de Mariana (MG), o bispo deu forte impulso pastoral a esta Igreja particular, onde a organizou em cinco Regiões Pastorais. Deu atenção à formação permanente do clero, à realização de assembleias pastorais e à reestruturação de conselhos arquidiocesanos. Também organizou pastorais, religiosos, processos formativos do Seminário Arquidiocesano e obras sociais, além do investimento na capacitação e participação dos leigos e na preservação das Igrejas históricas.

    Dom Luciano

    No dia 29 de junho, Solenidade de São Pedro e São Paulo, na Missa Solene que presidiu na Catedral Metropolitana de Mariana, o Senhor Arcebispo Dom Geraldo Lyrio Rocha divulgou o edital de publicação do pedido de canonização de Dom Luciano Pedro Mendes de Almeida, SJ: "Faço saber que, percebendo os sinais de crescente fama de santidade do Dom Luciano Pedro Mendes de Almeida, SJ, nomeei o Revmo. Sr. Côn. Lauro Sérgio Versiani Barbosa para a função de postulador da Causa de Beatificação e Canonização deste Servo de Deus, Arcebispo da Arquidiocese de Mariana, nascido aos 05 de outubro de 1930, no Rio de Janeiro, filho de Cândido Mendes de Almeida e de Emília de Mello Vieira Mendes de Almeida, falecido aos 27 de agosto de 2006, em São Paulo, SP. Seus restos mortais encontram-se na cripta da Catedral de Mariana. Nesta Arquidiocese, ele exerceu, de modo edificante, seu ministério episcopal desde 1988 até a morte, com fama de santidade. Por meio deste, publicado na Catedral de Mariana e divulgado pelos meios de comunicação desta Arquidiocese, comunico que o Postulador, aos 20 de maio de 2014, dirigiu-me, conforme o direito, o pedido de introdução da Causa acima referida. Acolhi favoravelmente o pedido e, tendo nomeado o Tribunal para os trabalhos da fase arquidiocesana do processo, determinei que no dia 27 de agosto de 2014, na Sé Catedral, às 18h30min se realize a sessão pública de instalação do mesmo Tribunal. Quem tiver notícias úteis acerca do processo mencionado queira enviá-las ao Tribunal da Arquidiocese de Mariana: Rua Cônego Amando, nº 161 – São José – CEP: 35426-060 – Mariana-MG. Fone/fax: (31) 3557-3922."

    Oração pela beatificação e canonização do servo de Deus Dom Luciano

    Ó Deus, fonte de vida e santidade, nós vos louvamos e bendizemos pelas virtudes com que ornastes Dom Luciano Pedro Mendes de Almeida, especialmente o amor aos pobres, a disponibilidade para servir e o empenho na defesa da vida e da dignidade humana. Para vossa maior glória, dignai-vos elevar esse vosso servo à honra dos altares e concedei-nos, por sua intercessão, as graças que vos suplicamos.

    Monsenhor Horta
    Servo de Deus
    Monsenhor Horta
    Cônego de Mariana · 1859 – 1933
    Biografia

    Monsenhor José Silvério Horta nasceu na fazenda de Monte Alegre, em Gesteira, distrito de São José da Barra Longa, no dia 20 de junho de 1859. Era filho de José Caetano Ramos Horta e Ana Jacinta Gomes de Figueiredo Horta e irmão de Afonso, Carlos, Maria, Manoel e Artur.

    "Durante seus 47 anos de sacerdócio, a principal incumbência de Monsenhor Horta consistiu em dar suporte a esses prelados nas funções político-administrativas da Cúria, principalmente como secretário do Bispado e vigário-geral. Além disso, ele foi também cônego da Sé e, por algum tempo, exorcista da Diocese, mas a prática que melhor o configurou como religioso foi sua extremada dedicação aos pobres, enfermos e pessoas em busca de consolo espiritual"

    Em seus últimos anos de vida, Monsenhor Horta ganhou fama de santidade, o que fazia com que seus pertences fossem disputados como relíquias. Nesse contexto, Monsenhor Horta escreveu em 1932, a pedido de Dom Carlos Carmelo de Vasconcelos, seu Manuscrito autobiográfico, vencendo a sua própria repugnância de tal ato e desejando que fossem destruídas ou pelo menos não publicadas. O texto encontra-se disponível apenas na versão fotocopiada de uma transcrição produzida em 1965 pelo padre José de Alvarenga Freitas, a partir do documento original que encontra-se extraviado.

    Processo

    O processo de beatificação e canonização de monsenhor Horta foi introduzido na sua fase diocesana no dia 27 de março de 2010, logo após a Missa do Crisma. De acordo com Dom Geraldo, a escolha desta data, 27 de março, foi para marcar o Ano Sacerdotal e, desta forma, prestar uma grande homenagem ao clero de Mariana. No mesmo dia, Dom Geraldo estabeleceu que no dia 20 de cada mês, na igreja das Mercês, em Mariana, junto ao qual está o túmulo de Monsenhor Horta, seja realizada uma celebração pedindo a Deus a Graça da canonização de Monsenhor Horta.

    BUARQUE; PIRES. Monsenhor José Silvério Horta e a Espiritualidade do Bom Pastor (1859-1933). Belo Horizonte, MG: Fino Traço, 2012.
    Florípedes Dornelas de Jesus (Lola)
    Serva de Deus
    Florípedes Dornelas de Jesus “Lola”
    A confirmar
    Processo

    Congregação para as Causas dos Santos
    Roma, 30 de novembro de 2005
    Prot. N. 2699-1/05

    Excelentíssimo Senhor,

    Em sua carta, enviada aos 21 de outubro de 2005, Vossa Excelência indaga se existe algo por parte da Santa Sé que seja um obstáculo à Causa de Beatificação e Canonização da Serva de Deus Floripes Dornelas de Jesus, uma leiga cristã, que faleceu no ano de Nosso Senhor de 1999.

    Tendo examinado a questão, gostaria de informar a Vossa Excelência que da parte da Santa Sé NADA OBSTA a Causa de Beatificação e Canonização da mesma Serva de Deus Floripes Dornelas de Jesus, de acordo com as "Normas a serem observadas nas investigações conduzidas pelos Bispos nas Causas dos Santos", publicadas pela mesma Congregação em 7 de fevereiro de 1983.

    Totalmente devotado a Vossa Excelência.
    No Senhor

    Cardeal José Saraiva Martins
    Prefeito

    Eduardo Nowak
    Secretário do Arcebispo titular de Luni

    Vice-Postulação das Causas dos Santos

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    Sobre o Arquivo

    O Arquivo Eclesiástico da Arquidiocese de Mariana – Dom Oscar de Oliveira (AEAM), criado oficialmente por Dom Oscar em 1965, reúne documentos que dizem respeito às origens da atuação da Igreja em Minas Gerais e, de modo especial a partir da criação do Bispado de Mariana (1745).

    Com volumoso acervo (manuscritos e impressos, escritos, processos, testamentos, registros, cadernos, brochuras, cartas, cópias e papéis letrados) de diversificada temática não só religiosa, mas também política, cultural e histórica, o AEAM é dos mais importantes arquivos eclesiásticos do país, fonte de pesquisa para a produção de muitas teses e estudos acadêmicos, especialmente na área de história e genealogia.

    Biblioteca dos Bispos

    A Biblioteca dos Bispos reúne os livros que, ao longo dos tempos, os bispos e arcebispos de Mariana foram agregando aos seus acervos pessoais. Homens de cultura, os bispos de Mariana, de modo especial no tempo em que ter acesso a livros era privilégio de poucos, reuniram grande e precioso acervo, que conta hoje com aproximadamente 13 mil volumes, em diversos idiomas, obras raras, e que versam sobre diversas temáticas, desde Teologia até literatura clássica, ciências naturais e história.

    Acervo e Acesso

    Normas de Pesquisa

    Leia as Normas de Pesquisa Arquivo Eclesiástico da Arquidiocese de Mariana — Dom Oscar de Oliveira
    Agendamento e informações
    (31) 3557-2813 a definir

    Relação de Livros Paroquiais

    O acervo de livros paroquiais do Arquivo Eclesiástico da Arquidiocese de Mariana – Dom Oscar de Oliveira é composto de inúmeros livros pertencentes às paróquias que compunham e ainda compõem o vasto território da primeira diocese de Minas Gerais. Alguns destes livros são provenientes de paróquias que foram suprimidas e cujos livros foram recolhidos à Cúria Metropolitana. Muitos outros foram recolhidos ao Arquivo pela sensibilidade de padres e bispos que, vendo a importância e ao mesmo tempo a precariedade e fragilidade em que estes se encontravam nos arquivos paroquiais, foram recolhendo tais livros para que fossem melhor custodiados pela Arquidiocese.

    Grande parte deste acervo se deve à primeira organização do Arquivo Eclesiástico, que se inicia no governo de Dom Helvécio Gomes de Oliveira (1922 – 1960), a partir do trabalho dedicado do Cônego Raimundo Trindade e, mais tarde, à ação de Dom Oscar de Oliveira, que governou a Arquidiocese entre 1959 e 1988, e que nas Visitas Pastorais que realizava, recolhia os livros que encontrava em situação de vulnerabilidade.

    Estes dados históricos ajudam a compreender que a maior parte dos livros do atual acervo do Arquivo Eclesiástico da Arquidiocese de Mariana pertença às paróquias sob a jurisdição da Arquidiocese de Mariana ao tempo do governo destes 2 Arcebispos (as paróquias que passaram a pertencer a outras dioceses por ocasião do desmembramento da Arquidiocese de Mariana e que não estavam sob a sua jurisdição nesta época, não tiveram, obviamente, seus livros recolhidos à Cúria de Mariana). Vale lembrar que até o período supracitado, foram desmembradas do território da antiga Diocese de Mariana as seguintes dioceses: Diamantina (1854); Pouso Alegre (1900); Caratinga (1915); Luz (1918); Belo Horizonte (1921); Juiz de Fora (1924); Leopoldina (1942); Governador Valadares (1956); São João del Rey (1960), Itabira/Coronel Fabriciano (1965).

    Abaixo segue-se um índice dos livros que compõem este rico acervo, com algumas observações que podem ser úteis ao pesquisador:

    Tipo Localidade Período Observações

    O acervo passa por atualização contínua à medida que novos documentos são incorporados. Alguns livros não estão disponíveis para consulta direta devido ao estado de conservação.

    Evangelização

    Evangelho é a boa notícia. A notícia é boa, quando comunica vida. Lá onde a notícia traz vida, quando é promessa e acontecimento de vida, lá está o Evangelho. Onde há criação e defesa da vida, seja das pessoas, das comunidades, da natureza, lá se anuncia o Evangelho. Portanto, o critério fundamental para conhecermos o trabalho missionário da Evangelização é a vida: “Eu vim para que todos tenham vida, e vida em abundância” (Jo. 10,10).

    A vida é criada, sustentada e manifestada de muitas formas: pelo alimento e pelas necessidades básicas satisfeitas, pela saúde, pela amizade e pela família, pela arte e pelo culto religioso etc. A presença e a Palavra de Deus sempre chegam juntas com algumas dessas formas e expressões de vida.

    A evangelização é dever da Igreja. É tornar o Reino de Deus, Reino de vida, presente no mundo. Portanto, onde a vida está ameaçada, ali se torna maior a urgência da evangelização. Isso supõe a compreensão de que a evangelização e a promoção da vida andam juntas.

    A redenção trazida por Jesus tem um sentido social, porque Deus, em Cristo, não redime somente a pessoa individual, mas também as relações sociais entre os homens. A partir do Evangelho, reconhecemos que existe uma conexão íntima entre evangelização e promoção humana, que se deve necessariamente exprimir e desenvolver em toda a ação evangelizadora (EG. 178).

    Por mais que tentemos definir e queiramos compreender o conceito de evangelização, “nenhuma definição parcial e fragmentada, porém, chegará a dar razão da realidade rica, complexa e dinâmica que é a evangelização, a não ser com o risco de empobrecê-la e até mesmo mutilar” (Paulo VI, EN. 17).

    Centro Arquidiocesano de Pastoral Monsenhor Vicente Diláscio

    Tem por objetivo coordenar e dinamizar a ação evangelizadora, funcionando como espaço para reuniões de coordenações regionais e arquidiocesanas.

    Coordenador Pe. José Geraldo de Oliveira
    Endereço · Expediente Rua Dom Silvério, 51 – Cx. Postal 96
    CEP 35420-102 · Mariana-MG
    Seg – Sex: 8h às 17h
    Contato (31) 3557-3167 / (31) 3557-1412
    a definir
    Ver por categoria

    Pastorais

    São os braços que trabalham dentro de cada dimensão. São serviços organizados na Arquidiocese, Regiões Pastorais, Paróquias e comunidades, com o objetivo de cuidar e atender a necessidades concretas da vida do povo. É ação pastoral da Igreja dirigida a grupos específicos, como Pastoral da Criança, Pastoral da Juventude, Pastoral Carcerária etc.

    Movimentos Religiosos

    São grupos que nascem de um carisma ou espiritualidade específica, para a vivência da fé e evangelização, atuando nas paróquias com uma identidade própria, como Renovação Carismática Católica, Apostolado da Oração, Legião de Maria, Irmandade do Santíssimo.

    Dimensões da Evangelização

    Subsidiariedade na Pastoral

    Deparamo-nos com grupos de pastoral que começaram com entusiasmo, mas, aos poucos, caíram no desânimo. Percebemos como algumas das causas a falta de formação adequada, a ausência de uma pastoral orgânica e a falta de subsídios.

    Em nossa ação pastoral entendemos, em primeiro lugar, que o princípio da subsidiariedade se fundamenta na dignidade de cada pessoa. Cada uma deve ser sujeito de sua própria história e, para isso, tem dons especiais que devem ser colocados em ação. Cada cristão é agente missionário por vocação e recebe de Deus graças especiais para isso. Respeitar o princípio da subsidiariedade significa não tratar membros da comunidade como se fossem "ignorantes", mas ajudá-los a descobrir os dons que têm dentro de si. Cada um tem uma missão específica, como membro do Corpo que é a Igreja. Assim deve ser tratado e respeitado.

    Em segundo lugar entendemos por subsidiariedade a ajuda que a instituição maior, seja a Arquidiocese, a Região Pastoral, a Paróquia ou a Coordenação Pastoral, deve oferecer para que cada membro da comunidade ou cada agente de pastoral possa cumprir com êxito a sua missão. Subsidiar as pastorais é muitas vezes oferecer uma formação adequada para os agentes: litúrgica, catequética, pastoral etc; é dar condições aos agentes de se locomoverem, oferecer material de estudo etc.

    Projeto Arquidiocesano de Evangelização (PAE)

    Ao longo de toda a sua história, a Arquidiocese de Mariana pautou a sua ação evangelizadora a partir da realidade e das circunstâncias de cada época, levando sempre em conta as dimensões do ser humano: sua dimensão espiritual, religiosa, sua dimensão humana e social. E procurou dar uma resposta aos anseios e necessidades de cada momento histórico.

    Do Concílio Vaticano II às Dimensões da Evangelização

    A partir do Concílio Ecumênico Vaticano II, esta ação pastoral tem se inspirado nas assembleias dos bispos, tanto a nível continental como nacional. No caso do Brasil, nas assembleias da CNBB, colocando em prática os Documentos do Concílio, contemplados em seis dimensões, que hoje norteiam os trabalhos da Arquidiocese, a que chamamos de Dimensões da Evangelização: Dimensão Comunitária Participativa, Dimensão Litúrgica, Dimensão Bíblico-Catequética, Dimensão Missionária, Dimensão Ecumênica e Dimensão Sociotransformadora.

    Os Projetos de Evangelização

    A partir dos Anos 90, a Arquidiocese começa a elaborar Projetos de Evangelização, que até hoje têm sido inspiração para toda a sua ação evangelizadora. Esses Projetos nasceram das assembleias, que começaram a ser realizadas em todos os níveis: arquidiocesano, regional, paroquial e comunitário. Com o objetivo de avaliar a ação evangelizadora e apontar caminhos para projetar sua evangelização, essas assembleias muito têm contribuído para o avanço da evangelização em todos os níveis.

    A Serviço da Vida e do Planeta

    A Arquidiocese tem avançado cada vez mais em sua ação evangelizadora, procurando dar uma resposta aos anseios e necessidades do momento presente, na promoção da vida em todas as suas fases e espécies e no cuidado do planeta, para que seja um ambiente onde toda a vida cresça e floresça.

    O que é o PAE

    O Projeto Arquidiocesano de Evangelização (PAE) não é um manual de ação evangelizadora ou pastoral, mas uma inspiração para a elaboração de projetos locais e luz para nossas ações evangelizadoras e pastorais. O que não diminui a sua importância e o nosso dever de pautar nossos projetos em sintonia com o PAE.

    Ver por campanha

    Campanha da Fraternidade

    A Campanha da Fraternidade é uma proposta evangelizadora da Igreja Católica no Brasil, em preparação para a Páscoa, voltada à conversão pessoal e comunitária. Desde o ano de 1964, contribui para a renovação da vida da Igreja e a transformação da sociedade, a partir de problemas específicos, tratados à luz do projeto de Deus. Além de um chamado à conversão, incentiva a prática de gestos concretos de fraternidade em prol da transformação de situações injustas e não cristãs.

    Fundo Nacional de Solidariedade (FNS)

    Visando tornar a coleta do Domingo de Ramos ou Coleta da Solidariedade eficaz instrumento de solidariedade, em 1998, na 36° Assembleia Geral, a CNBB criou o Fundo Nacional de Solidariedade (FNS) (40% da coleta). Fruto do gesto concreto dos cristãos, o FNS assume o compromisso social como importante instrumento de apoio a iniciativas de enfrentamento das condições de pobreza e miséria.

    O Fundo Diocesano de Solidariedade (FDS) (60% da coleta) permanece na diocese de origem — os recursos são destinados ao apoio a projetos locais de enfrentamento da miséria e da exclusão social.

    Objetivo

    Os Fundos de Solidariedade promovem a fraternidade entre as diversas regiões do Brasil e têm por objetivo promover a erradicação de vulnerabilidade e risco social, ao atenderem projetos com dificuldade de obterem financiamento, não obstante os grandes benefícios que propiciam às populações carentes.

    A metodologia adotada na concessão de recursos dos Fundos intenta o desenvolvimento local/comunitário, econômico e social, sobretudo das regiões mais necessitadas, mediante o fortalecimento das organizações comunitárias, de processos de formação cidadã e geradores de renda.

    Notícias da Campanha
    Materiais para Download

    Campanha para a Evangelização

    Criada em 1998 pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a iniciativa busca mobilizar os católicos a assumir a responsabilidade de participar na sustentação das atividades pastorais da Igreja.

    Um dos pontos altos da Campanha é a coleta realizada nas missas e celebrações do 3º domingo do Advento. A distribuição dos recursos é feita da seguinte forma: 45% permanecem na própria diocese; 20% são encaminhados para os regionais da CNBB; e os demais 35% para a CNBB Nacional.

    Notícias da Campanha
    Materiais para Download

    Jornal Pastoral

    Arquivos de Fotos

    Em breve, o registro fotográfico dos eventos e celebrações realizados pela Arquidiocese de Mariana.

    Criada em 1745, a Arquidiocese de Mariana é uma das dioceses mais antiga do Brasil e guarda um dos patrimônios de fé, arte e cultura mais expressivos do país. Ao longo de quase três séculos, essa história se traduziu em igrejas, basílicas e santuários erguidos por mestres do barroco mineiro, em acervos de arte sacra reunidos em museus e centros culturais, e numa devoção popular que segue viva em romarias, festas e celebrações.

    Esta seção reúne esse patrimônio para que fiéis, pesquisadores, turistas e visitantes possam conhecer, visitar e se aprofundar na história e na espiritualidade desta Igreja Particular.

    Museus

    O Museu Arquidiocesano de Arte Sacra e o Centro Cultural Arquidiocesano Dom Frei Manoel da Cruz preservam um dos acervos de arte sacra mais ricos do Brasil — imaginária, paramentos, prataria e obras que atravessam quase três séculos de fé.

    Conheça os museus →

    Basílicas e Santuários

    As Basílicas e os Santuários da nossa Arquidiocese são verdadeiros tesouros de fé e história, guardando séculos de profunda devoção popular presente nas nossas cinco regiões pastorais.

    Conheça as basílicas e santuários →

    O Museu Arquidiocesano de Arte Sacra e o Centro Cultural Arquidiocesano Dom Frei Manoel da Cruz preservam um dos acervos de arte sacra mais ricos do Brasil — imaginária, paramentos, prataria e obras que atravessam quase três séculos de fé. O Centro Cultural reúne o Museu da Música, o Museu do Mobiliário e o Memorial dos Bispos preservando a rica história da nossa música sacra, dos móveis utilizados nas cerimônias e dos bispos que estiveram à frente desta Igreja particular desde 1745.

    Ingresso combinado R$ 15,00 para os dois espaços
    • Gratuito para moradores de Mariana e distritos
    • Meia-entrada para estudantes, professores e maiores de 60 anos

    Museu Arquidiocesano de Arte Sacra

    Endereço
    Rua Frei Durão, 49 · Centro · Mariana-MG
    CEP 35420-072
    Horário
    Ter – Sáb: 8h30 – 12h · 13h30 – 17h / Domingo: 8h30 – 14h
    Telefone
    (31) 9 7181-4179
    E-mail
    a definir
    Direção
    Pe. Anderson Eduardo de Paiva
    Museóloga: Fabiana Martins Souza

    Centro Cultural Arquidiocesano Dom Frei Manoel da Cruz

    Acervos
    • Museu da Música
    • Museu do Mobiliário
    • Memorial dos Bispos
    Endereço
    Praça Gomes Freire, 200 · Centro · Mariana-MG
    Horário
    Ter – Sáb: 8h30 – 12h · 13h30 – 17h / Domingo: 8h30 – 14h
    Telefone
    (31) 3557-2778
    Direção
    Pe. Anderson Eduardo Paiva

    As Basílicas e os Santuários da nossa Arquidiocese são verdadeiros tesouros de fé e história, guardando séculos de profunda devoção popular presente nas nossas cinco regiões pastorais. Entre altares majestosos, torres centenárias e espaços de recolhimento, estes templos contam a história da nossa caminhada cristã.

    Algumas destas igrejas conservam a genialidade e a riqueza do barroco mineiro com seus entalhes em ouro, pinturas e imagens sacras de valor inestimável, enquanto outras adotam traços da arquitetura contemporânea, combinando linhas modernas à sobriedade e ao acolhimento. Seja na grandiosidade das basílicas ou no silêncio orante dos santuários, cada detalhe convida o fiel ao encontro com o Sagrado e à renovação da esperança.

    Basílicas

    Santuários

    Conteúdo em desenvolvimento

    Esta seção apresentará os caminhos religiosos e rotas de peregrinação da Arquidiocese de Mariana. Em breve disponível.

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    Contato

    Gabinete do Arcebispo

    Vigário Geral da Arquidiocese

    Vigário Geral para o Clero

    Chancelaria

    Departamento de Comunicação

    Tribunal Eclesiástico

    (31) 3557-3922
    a definir

    Secretaria de Pastoral

    Coordenação de Pastoral

    Norte

    (31) 99894-9384
    a definir

    Sul

    (32) 3331-1151
    a definir

    Leste

    (31) 98860-4365
    a definir

    Oeste

    (31) 98779-1375
    a definir

    Centro

    (31) 99766-2364
    a definir

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    Cúria Metropolitana
    Rua Cônego Amando, nº 161 — Bairro São José · Mariana — MG, CEP 35426-060
    (31) 3557-1237 / (31) 3557-1017
    a definir
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